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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Princípios do Treinamento Físico (BLOCO FINAL)


Por Maurílio Santana   
Para um bom aproveitamento nos treinos físicos, todos nós sabemos que organização e planejamento dos treinamentos são necessários. Entendermos cada período e objetivo de cada fase do treinamento é vital para conseguirmos alcançar novos objetivos. Existem sete leis que regem o treinamento, são elas:
1 - Princípio da Especificidade
Os efeitos da sobrecarga são específicos ao tipo de sobrecarga. Isso quer dizer que para adaptações musculares, articulares, desenvolvimento motor e melhora do sistema de energia, você deve estimular seu corpo com o próprio exercício da modalidade esportiva escolhida. Por exemplo: para desenvolver o máximo de condicionamento físico no futebol, o treinamento deve ser feito de acordo com as características do futebol. 
2 - Princípio da Adaptação
Com a atividade física o corpo se adapta ao esforço e sobrecarga adicional aumentando sua força ou função. Com o treinamento, as células do nosso corpo sofrem danos, ou seja, ficam mais fracas e debilitadas depois de cada treino. Após esse estímulo do treino, nosso corpo começa o processo de adaptação ao estímulo do qual sofreu. O objetivo é criar subsídios necessários para quando houver o próximo estímulo o corpo estará mais preparado, mais forte. Esse estado é chamado de Supercompensação. 
3 - Princípio da Sobrecarga

Sobrecarga é a aplicação de um estímulo causando estresse com demanda maior do que o normal sobre o sistema fisiológico ou sobre um órgão, resultando num aumento ou função dos mesmos. 
Se você estimular seu corpo com atividades com o mesmo volume e intensidade, seus músculos e sistema cardiorrespiratório sofrerão pouca ou nenhuma adaptação. Contudo, se você gerar um estresse físico maior, ou seja, aumentar o volume e/ou intensidade dos treinos, seu corpo irá criar condições de adaptar-se ao estímulo novo, ficando mais forte para suportar o maior estresse. 
4 - Princípio da Progressão

A sobrecarga deve aumentar de maneira gradual e sistemática, a fim de dar tempo para as adaptações fisiológicas e evitar lesões ou fadiga. Quando os músculos e sistema cardiovascular se acostumarem ao estímulo aplicado, ou seja, se adaptarem a sobrecarga estipulada, é hora de aumentá-la, aumentando o estímulo, gerando novas adaptações fisiológicas. 
5 - Princípios da Reversibilidade

Quando há interrupção dos treinos, o corpo volta ao estado de condicionamento pré-treino. Esse é o princípio do treinamento mais cruel, pois se faltar estímulo, você perde condicionamento rapidamente. Quanto mais treinado o indivíduo, maior é a perda pela falta de uso. 
O corpo humano procura a maneira mais fácil e que gaste menos energia para se manter, em geral a proporção de perda é de 3 para 1. 

6 - Princípio da Variabilidade
Quando se varia o volume, intensidade e estilo de treino, obtem-se maior equilíbrio muscular e forma física. Além do fator motivacional, variar os estímulos gera um condicionamento físico mais completo. 
7 - Princípio da Individualidade Biológica

Pessoas diferentes, têm respostas diferentes ao estímulo de treinamento. Cada pessoa possui características individuais, sendo assim, o treinamento físico que serve para uma pessoa não necessariamente serve para outra.
Além das características pessoais, devem levar em conta também os objetivos e necessidades de cada um.
É isso aí pessoal, por enquanto é só!
Até a próxima e bons treinos! 

Benefícios da atividade física à Saúde e Qualidade de Vida. (Bloco FINAL)



Os exercícios físicos proporcionam inúmeros benefícios vitais às pessoas, por exemplo, melhora do condicionamento físico, ou seja, aumenta-se a capacidade de “trabalhar” do sistema cardio-respiratório, a resistência muscular geral e localizada se desenvolve juntamente com a força, flexibilidade, agilidade, conseguindo com tudo isto um melhor equilíbrio corporal e coordenação motora. 

Veja algumas das razões para praticar atividades física:
Emocionalmente ocorre uma melhora, pois ao se exercitar a auto-estima progride, diminuindo lentamente as emoções negativas, melhorando a sua qualidade de vida;
A oxigenação tecidual é elevada, ou seja, o exercício físico melhora o fluxo sanguíneo levando mais oxigênio e nutrientes para todas as regiões do corpo;
O Sono melhora porque a prática de exercício físico auxilia na manutenção do peso corporal, contribuindo para que a pessoa durma melhor e tenha maior disposição vital. As pessoas muito acima do peso sofrem com a falta de disposição por não conseguir uma posição ideal e relaxante na hora de dormir;
Hipertensos (pessoas com pressão alta) com o auxílio da atividade física conseguem aumentar a rede de capilares em seus músculos. Assim, o sangue consegue difundir-se com maior facilidade reduzindo a pressão como um todo;
Durante o exercício é possível sintonizar harmonicamente sua mente e seu corpo, respeitando e conhecendo ainda mais seus limites;
O exercício físico fortalece o músculo e aumenta o metabolismo de cálcio fortalecendo assim os ossos;
Quando nos exercitamos regularmente, nossos músculos usam proporcionalmente mais gordura que glicose, e isto mantém os níveis de glicose sanguínea (glicemia) mais estáveis, diminuindo a fome;
A vida sexual melhora, pois o exercício físico faz com que você se sinta melhor com seu corpo, beneficiando sua performance sexual;
A atividade física é importante à todas as pessoas, independente da idade, porque proporciona bem-estar, saúde, sociabilização, gerando uma melhor e maior qualidade de vida. Obviamente, as pessoas portadoras de alguma doença como os cardiopatas, hipertensos, diabéticos, osteoporóticos etc, acabam minimizando e muitas vezes solucionando, dentro de suas condições físicas especiais, seus problemas vitais através de exercícios físicos bem orientados e elaborados.
A qualidade de vida portanto, está diretamente ligada a prática regular de atividade física.

http://nossaacademia2012.blogspot.com.br/2011/11/beneficios-da-atividade-fisica-saude-e.html

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ADOLESCÊNCIA E FAMÍLIA


“A adolescência é como um segundo parto: o filho nasce da família para entrar na sociedade”
Particularmente acredito muito no poder do conhecimento para a transformação do ser humano, através da autoeducação. Essa palestra sobre adolescência, nas diversas vezes que já tive oportunidade de divulgá-la, em casas espíritas ou escolas, vem acrescentar muito aos pais e educadores em geral, pois lhes traz um conhecimento científico sobre um problema tão conhecido: o conflito entre adolescentes e pais. Quando os pais assistem a palestra adquirem uma visão diferente sobre a questão e conseqüentemente têm maior compreensão sobre essa fase tão difícil e delicada dos filhos adolescentes, facilitando, assim, o convívio entre eles e dando-lhes maior apoio e segurança. O que constitui um fator de proteção aos filhos adolescentes.
A adolescência não possui uma definição precisa, clara, como temos noção da infância e idade adulta. Em algum  ponto a imaturidade da infância e a maturidade da idade adulta estão os seis ou sete anos que chamamos adolescência. Para o leigo, a adolescência refere-se simplesmente ao processo de crescimento, o período de transição entre a infância e a idade adulta compreendida entre os 13 e 19 anos de idade. Entretanto, o período da adolescência varia de cultura para cultura e vem abrangendo períodos cada vez maiores, podendo se estender até os 22 anos ou mais, idade na qual considera-se que o indivíduo seja capaz de estabelecer sua identidade pessoal. O termo adolescência refere-se aos desenvolvimentos psicológicos que estão relacionados aos processos do crescimento físico, definidos pelo termo 
puberdade. Herbert (1991).
Nessa fase, o adolescente apresenta:
•contornos da autonomia
•processo doloroso em muitos aspectos, gratificante e alegre em outros
•período diferente dos outros períodos de desenvolvimento
•conserva aspectos infantis e já tem aspectos adultos

POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS



          Muitos podem ser os motivos que levam um jovem para o mundo das drogas.           Entre eles, a procura de um prazer que para o jovem representa o êxtase, a euforia. Muitas vezes é a fuga de uma realidade difícil de lidar à nível consciente. 
          Como consciências psicológicas, há todo um transtorno comportamental e um prejuízo das atividades como: estudo, trabalho, convivência com as pessoas devido a mudanças de humor. Além do fato que o uso de drogas acarreta, com o tempo, danos às estruturas cerebrais. 
          A família fica desesperada. Muitas vezes não sabem como lidar com o jovem e há atritos graves entre membros da família. Há uma forte perturbação emocional, o que necessitaria de um trabalho orientado de um profissional. A família teria que fazer um trabalho no sentido de se fortalecer do ponto de vista emocional para com isso poder ajudar a pessoa envolvida com drogas, e este precisaria de um acompanhamento psicológico com o objetivo de fortalecer a auto-estima e conseqüentemente se livras das drogas. 
          Fica difícil dizer o que é certo e o que não é, quem é bandido e quem é mocinho, onde está o bem e o mal. Mas não dá para fugir da realidade. DROGA é uma coisa perigosa e muita gente se arrasa por causa dela. O assunto está ai: na TV, nos jornais, na rua, na escola, na casa do lado e, talvez, na sua. Finge que não é com você é um péssimo jeito de se prevenir. 
          Considerando o tráfico, o número de crimes, problemas de saúde e todas as vidas que são arruinadas pela droga, dá uma imensa vontade de ser radicalmente contra elas. Mas nesses campo é muito difícil ser radical. A distância entre beber um copo de cerveja gelada num dia de calor e morrer de cirrose hepática é enorme. Tão grande quanto a que existe entre fumar maconha uma vez na vida e morrer de overdose. Seria inútil exterminar todas as substâncias que podem ser usadas como droga porque são muitas. E não esqueça que droga é sinônimo de remédio e a mesma coisa que mantém a vida de monte de pessoas pode deixar outras viciadas. Proibir não é a solução. Fingir que o problema não existe ou acontece apenas com os outros resolve muito menos.           Diante desse impasse, não vá saindo como quem não tem nada com isso. Viciado não é só gente doida, barra pesada, marginal ou pavorosa Muita gente bonita, elegante e sincera como você acaba se viciando às vezes por brincadeira. As fronteiras entre o certo e o errado são invisíveis e, assim, ninguém sabe mostrar o comportamento ideal a ser adotado. O que se sabe é que as drogas são um risco enorme. 
          73,9% dos estudantes de escolas públicas de 10 capitais brasileiras já exprementaram algum tipo de drogas.
          76% dos portadores do vírus da AIDS entre 11 e 19 anos contraíram a doença por meio das drogas intravenosas. 
          Já te ofereceram alguma droga? 33% dos entrevistados de 10 a 12 anos, 49% dos de 13 a 15 anos e 67% entre 16 e 18 anos responderam sim. 
          "Comecei fumando uns baseadinhos em festas, tomando umas bebidinhas. Eu sempre achei que era forte para lidar com as drogas. Então eu alternava uma época careta, uma época chapado. Para tentar me enganar, eu tentava trocar a dependência por álcool mas não adiantava. Eu estava sofrendo. Eu estava fugindo de um problema que vinha desde a adolescência: admitir que a droga era mais forte que eu. Uma hora me dei conta que ou todo mundo se afasta de você ou você acaba numa overdose. Três amigos meus morreram, dois de overdose e outro que injetou na veia pó de mármore comprado como cocaína. Eu optei pela vida. Estou brigando com unhas e dentes. Eu queria que alguém tivesse me dito: não tenta nem experimentar. Eu achava que careta era otário. Mas não é nada disso: os malucos é que são otários." C. 34 anos. 
Por quê o adolescente se envolve com as drogas? Por quê um jovem de apenas 14 ou 15 anos começa a trilhar o caminho da toxicomania? 
          Além dos motivos citados acima, há, no caso do uso de drogas, um fator muito importante que é a fuga da realidade. O jovem quando vira adolescente se decepciona, pois nada é como ele pensava, então decide entrar no mundo do tóxico. Viver no mundo real não lhe interessa mais. A irrealidade é seu universo, onde tudo é mais colorido e onde se acha respostas para todos os problemas. 
          Inquéritos feitos entre jovens mostram que, em sua maioria, foram levados a primeira experiência com tóxicos por curiosidade. Ressaltam também o papel dos amigos que influenciam no consumo das drogas. 
          "A informação que a televisão, os pais e os educadores passam é de que a droga mata, é uma coisa horrível, deixa dependente. Mas já o amigo do clube, da escola, do condomínio diz que não é nada disso, que é bom e dá segurança. Então o jovem fica curioso, com dúvidas, e resolve experimentar. No dia seguinte, ele vê que não morreu e nem ficou dependente e passa a acreditar no amigo, lógico. Aí mora o perigo... O jovem passa a procurar nas drogas aquilo que não existe. O uso constante poderá torná-lo doente, dependente de doses cada vez maiores e de drogas mais fortes. Isto pode levá-lo até ao suicídio. 
          Parece que, hoje em dia, as pessoas não têm noção de que as drogas fazem mal e que não é bom usá-las. O jovem precisa de uma cervejinha para bater papo, fumar um "baseado" para ver um show... Ele está sem noção da cobrança que vai vir mais tarde, em função deste uso de drogas." - depoimento de Aurélio Santo Sé (CONEN) 
Tomar uma droga é um substituto para a satisfação que uma atividade bem sucedida traz. Uma visita a qualquer rua à noite, mostra rapidamente que a droga é freqüentemente o "prêmio consolação" para muitos jovens insatisfeitos.

Jovens, álcool e drogas


O fenômeno do uso de álcool, drogas e estimulantes é cada vez mais preocupante e atinge tanto os grandes centros urbanos como as pequenas cidades do interior. Acidentes de trânsito frequentemente mortais, violência e abusos de todo tipo são os desastrosos efeitos visíveis desse fenômeno. Como os noticiários apontam, os fins de semana em vez de ser um momento de descanso e lazer, estão se tornando o cenário de tragédias anunciadas.
A pergunta questiona se essas seriam manifestações de um desejo de potência que visa fazer com que o(a) jovem se sinta “adequado(a)” perante a roda de amigos que ele(a) frequenta. A pergunta que imediatamente surge como corolário da primeira é “por que” os jovens precisam se sentir potentes dessa maneira. Que tipo de ‘”esvaziamento” está por trás dessa sensação de impotência que precisa ser combatida com a sensação oposta de onipotência proporcionada artificialmente por álcool, estimulantes e drogas?
 Como já apontei em outros artigos, existe uma “insegurança” que é própria da fase juvenil. O jovem se afastou do mundo encantado da infância, em que outros resolviam seus problemas e o apoiavam para encarar seus desafios e se vê de repente projetado no mundo dos adultos, convocado a agir como tal.
O mundo que se apresenta aos seus olhos não é certamente amigável. Na maioria das vezes, ele(a) se sente apenas mais um “objeto” de consumo diante de um mercado de trabalho cada vez mais feroz e exigente. O seu futuro é ameaçado caso não consiga um mínimo de “diferenciais” que garantam o seu sucesso: aprender mais um idioma, fazer uma faculdade, cursar uma pós-graduação, conseguir ganhar bastante dinheiro, vestir roupas de marca, comprar um carro (em muitos casos com o dinheiro que não é seu), conseguir um corpo perfeito, etc.
O “mercado” das relações amorosas não é menos exigente, os vínculos são cada vez mais precários e descartáveis, transmitindo uma sensação de solidão e de falta de sentido. O jovem convive com uma constante necessidade de competir, para não ser expulso do cortejo dos bem-sucedidos, sem contudo se sentir realmente preenchido por essa competição.
A droga e o álcool passam a ser o outro com o qual muitos jovens se relacionam, tentando fugir dessa sensação angustiante de solidão e de falta de sentido. Sem contar que os paraísos artificiais viciam, realimentando com cada vez mais força o vínculo do usuário com o consumo do substituto do prazer.
Embora a sensação do jovem que se droga ou bebe seja de onipotência, na realidade ela esconde um terrível experiência de impotência e um profundo esvaziamento do Eu, que, ao reaparecer nos períodos de abstinência, volta a alimentar de forma poderosa a necessidade de “fuga” para o consumo de produtos que ofereçam acesso aos paraísos artificiais.
Infelizmente, em sintonia com esse fenômeno, há também uma oferta crescente de paraísos oferecidos através do, não menos compulsivo, uso de “produtos” religiosos. Determinadas abordagens da religião que garantem sucesso e bem-estar material e moral em troca do cumprimento de determinadas exigências que estabelecem um vínculo de “subserviência” ao grupo religioso, naõ deixam de fazer de Deus mais um produto de consumo. O tratamento de pessoas vítimas desse tipo de adição não é menos doloroso e difícil.

Evolução da Internet no Brasil e no Mundo


A grande conquista do milênio foi o surgimento da Rede Mundial de Computadores. A Internet nasceu da soma de pequenas conquistas tecnológicas feitas por cientistas extraordinários. Uma das mais vitais para o funcionamento da rede é a capacidade de um único computador dividir sua atenção com diversos usuários no mesmo instante, num processo conhecido como tempo compartilhado. Michael Dcitouzos, uma das melhores cabeças do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, contribuiu para isso acontecer no começo dos anos 60. Sem essa habilidade, os chamados roteadores, computadores que controlam e direcionam o tráfego na Internet lidando simultaneamente com milhares de impulsos, não poderiam existir. Com a Guerra Fria os americanos optaram por montar uma rede sem hierarquia, com interconexões redundantes, uma espécie de ninho de serpente com milhares de cabeças e ao mesmo tempo sem cabeça alguma. De modo que se os soviéticos jogassem uma bomba sobre Washington ou qualquer outra grande cidade a rede de computadores continuaria funcionando sem interrupção. Essa foi a planta sobre a qual a Internet foi construída.

Todos já sabemos das enormes transformações que a Internet vem causando nas comunicações, no trabalho, no comércio, no entretenimento. Essa rede de computadores descentralizada, quase anárquica, é um verdadeiro fenômeno mundial. O Brasil não está alheio a essa “revolução”. Pelo contrário, estamos entre s dez países que mais utilizam a Internet. O número de internautas brasileiros ultrapassa seis milhões. Os serviços A Evolução da Internet no Brasil e no Mundo 8 bancários (home banking) são um dos mais adiantados do mundo. Também podemos sentir um crescimento acentuado no comércio eletrônico (e-commerce), considerando que a Internet comercial no país tem menos de cinco anos. Desde a entrada da sua versão comercial, a rede fez aparecer mais profissões que quatro décadas de inovações tecnológicas não tiveram êxito de criar. No Brasil, nos últimos quatro anos, foram abertas 60.000 vagas só em provedores de acesso, na avaliação da ABRANET, associação que reúne essas empresas. O International Data Corporation, IDC, calcula em mais de 770.000 as pessoas contratadas nos Estados Unidos apenas em 1999 pela indústria de tecnologia da informação. Para 2002, a previsão é de 850.000 empregos em solo americano e mais de 2 milhões para o resto do mundo. O IDC calcula ainda, que só na Europa 1,4 milhão de vagas na indústria da tecnologia da informação deixarão de ser preenchidas por falta de mão-de-obra qualificada.Alguns economistas acreditam que o Brasil terá de fazer um grande esforço para melhorar a educação, já que o ingresso para se juntar à revolução da informação depende de profissionais qualificados.“O grande desafio da Internet é conectar quem está fora dela por motivos econômicos ou ideológicos”

quarta-feira, 4 de setembro de 2013




Os ventos que as vezes tiram

algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...